22 de maio de 2014

Bolha imobiliária: dicas sobre como proceder

Há algum tempo, algumas correntes de estudiosos vêm pautando o universo financeiro sobre uma possível bolha imobiliária em atividade no Brasil. As razões são inúmeras, mas é possível deduzir como uma das principais a preparação para os grandes eventos que o país sediará, como a Copa do Mundo da FIFA.

Esse cenário se torna um celeiro de dúvidas para quem investe neste mercado ou para quem necessita comprar um imóvel em um curto espaço de tempo. Como proceder nesses casos? É melhor poupar e esperar? A Royal Gestão Financeira dá algumas dicas para que consumidores e investidores tentem dirimir essas questões.

“É precipitado afirmar que há realmente uma bolha. Podemos nos deparar com uma situação pós Copa do Mundo na qual os imóveis continuem valorizando, levando em conta o déficit imobiliário brasileiro. Muitas pessoas podem estar retendo a procura na esperança que a situação melhore após o mundial, mas o efeito pode, até mesmo, ser o inverso”, ponderou George Melo, advogado e consultor da Royal.

Foto: Creci/MG

De acordo com o consultor George Melo, é precipitado afirmar que há uma bolha imobiliária no Brasil, tendo em vista o déficit habitacional do país (Foto: Creci/MG)

Confira algumas dicas:

Pesquise incansavelmente o mercado:

“Saiba o que você quer (local, conforto, preços de condomínio etc) e, dessa forma, fica muito mais fácil encontrar boas oportunidades, já que elas surgem em bons ou maus tempos. Se optar por financiamento, faça simulações periodicamente”, indica George.

Saiba o que pensam os especialistas:

“O período pré e pós Copa continuará exercendo fascínio e dúvidas sobre os estudiosos e investidores da área. É importante manter-se informado sobre as especulações que forem surgindo”.

Espere e realize uma nova pesquisa:

“É preciso sentir a oscilação do mercado e isso só é possível com novas pesquisas. Como o cerne da questão é o mundial, é interessante realizá-las após o referido período. Talvez um tempo de verificação de seis meses ou um ano seja essencial para visualizar se os preços realmente tiveram uma baixa ou se as ofertas continuam compatíveis com a temporada anterior”, finaliza.

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